Por que o Sistema Solar tem 8 planetas oficiais, Plutão foi excluído e cientistas ainda procuram um Planeta Nove. Dados, curiosidades e o que muda em cada mundo
Em Vênus, um dia dura mais do que um ano. Uma única rotação completa do planeta em torno do próprio eixo leva 243 dias terrestres — mais do que os 225 dias que o planeta leva para dar uma volta completa ao redor do Sol. E tem mais: Vênus gira no sentido contrário ao da Terra e da maioria dos outros planetas, o que significa que, se fosse possível ficar de pé em sua superfície e olhar para o céu, o Sol pareceria nascer no oeste e se pôr no leste.
Esse tipo de detalhe raramente aparece em listas genéricas de “os 8 planetas do sistema solar” — mas é justamente esse tipo de anomalia que intriga astrônomos e ajuda a explicar por que a própria definição de “planeta” segue sendo um tema de debate científico, quase vinte anos depois da votação que tirou Plutão da lista oficial, e por que a contagem de oito talvez não seja, afinal, definitiva.
O que realmente define um “planeta”
Até 2006, o Sistema Solar era descrito, sem muita controvérsia, como um conjunto de nove planetas. Isso mudou em 24 de agosto daquele ano, quando a União Astronômica Internacional (UAI), reunida em assembleia em Praga, aprovou por votação uma definição formal — a primeira da história — do que conta como planeta. Pela nova regra, um corpo celeste só é considerado planeta se atender a três condições simultaneamente: (a) estar em órbita ao redor do Sol; (b) ter massa suficiente para que sua própria gravidade o mantenha em formato praticamente esférico, em equilíbrio hidrostático; e (c) ter “limpado a vizinhança” ao redor de sua órbita, ou seja, ser o corpo dominante gravitacionalmente naquela região do espaço, sem outros objetos de tamanho comparável competindo pelo mesmo caminho orbital.
Plutão cumpre os dois primeiros critérios, mas falha no terceiro: sua órbita cruza a de Netuno e está repleta de outros objetos do Cinturão de Kuiper de tamanho relevante, incluindo Éris, que chegou a ser considerado, por um tempo, potencialmente maior que o próprio Plutão. Foi por não conseguir “limpar” sua órbita que Plutão foi reclassificado como planeta anão — categoria criada na mesma assembleia, que hoje reúne oficialmente cinco membros reconhecidos pela UAI: Ceres (o maior objeto do cinturão de asteroides principal, entre Marte e Júpiter), Plutão, Éris, Haumea e Makemake.
A decisão está longe de ser unânime entre os próprios cientistas. Alan Stern, principal cientista da missão New Horizons da NASA — que sobrevoou Plutão em 2015 — é um dos críticos mais conhecidos da definição da UAI, defendendo uma classificação alternativa baseada em características geofísicas do próprio objeto, e não em sua relação orbital com vizinhos. Se essa proposta alternativa fosse adotada, o número de “planetas” no Sistema Solar poderia saltar para mais de cem, incluindo diversas luas grandes o suficiente para serem esféricas — como a própria Lua terrestre, Europa e Titã —, o que, para a maioria dos astrônomos, tornaria o termo pouco útil como categoria científica, ao misturar objetos com histórias de formação completamente diferentes sob um mesmo rótulo.
Os quatro mundos rochosos
Os quatro planetas mais próximos do Sol — Mercúrio, Vênus, Terra e Marte — compartilham uma característica estrutural que os separa do restante do sistema: são compostos majoritariamente por rocha e metal, com superfícies sólidas onde, em princípio, seria possível pousar. Formaram-se na região mais próxima e mais quente do disco de poeira e gás que deu origem ao Sistema Solar, onde apenas materiais com ponto de fusão alto — como silicatos e ferro — conseguiam se condensar em sólidos durante a fase de formação planetária, cerca de 4,6 bilhões de anos atrás.
Mercúrio, o menor e mais próximo do Sol, tem a superfície mais parecida com a da Lua, marcada por crateras de impacto praticamente não erodidas ao longo de bilhões de anos, já que o planeta não tem atmosfera espessa o suficiente para proteger sua crosta. Apesar de ser o mais próximo do Sol, Mercúrio não é o planeta mais quente — título que pertence a Vênus, como este texto explica mais adiante —, mas é o que apresenta a maior variação de temperatura entre dia e noite de todo o Sistema Solar, oscilando entre cerca de 430°C sob luz solar direta e -180°C no lado escuro, justamente por não ter atmosfera capaz de reter ou distribuir esse calor.
Marte, por sua vez, concentra a maior montanha conhecida do Sistema Solar, o vulcão extinto Olympus Mons, com cerca de 22 km de altura — quase duas vezes e meia a altura do Monte Everest medido a partir do nível do mar. O planeta também abriga o maior cânion conhecido, o Valles Marineris, que se estende por mais de 4 mil quilômetros de comprimento, uma extensão comparável à distância entre as costas leste e oeste dos Estados Unidos. Ambas as estruturas são possíveis, em parte, porque Marte não tem placas tectônicas ativas como a Terra: sem o deslocamento contínuo da crosta, o material vulcânico que forma o Olympus Mons pôde se acumular no mesmo ponto ao longo de milhões de anos, em vez de se espalhar por uma cadeia de vulcões menores, como acontece no Havaí terrestre.

Vênus, o planeta onde o Sol nasce a oeste
Vale voltar ao caso de Vênus com mais detalhe, porque ele ilustra bem como um dado aparentemente simples — a duração de um dia — pode levar décadas para ser medido com precisão. Como a superfície do planeta fica permanentemente encoberta por nuvens espessas de ácido sulfúrico, astrônomos não conseguem simplesmente observar pontos de referência na rocha para cronometrar a rotação. A solução veio do uso de radar: entre 2006 e 2020, cientistas enviaram ondas de rádio da antena Goldstone, da NASA, no deserto de Mojave, na Califórnia, até Vênus, por 21 vezes, e mediram como o sinal refletido pela superfície mudava a cada nova tentativa — de forma parecida com o brilho cambiante de uma bola de espelhos girando lentamente. Esse método permitiu calcular, com precisão inédita, que uma rotação venusiana completa leva exatos 243,0226 dias terrestres.
A causa exata dessa rotação lenta e invertida ainda não tem uma explicação única e definitiva entre os cientistas. As hipóteses mais discutidas hoje envolvem a combinação, ao longo de bilhões de anos, entre marés atmosféricas geradas pelo aquecimento solar da densa atmosfera do planeta e marés gravitacionais causadas pela atração do próprio Sol — um processo lento o suficiente para ter revertido, com o tempo, o sentido original de rotação de Vênus.
Gigantes gasosos e gigantes de gelo: uma distinção que muita gente ignora
Passado o chamado cinturão de asteroides, entre Marte e Júpiter, o Sistema Solar muda de caráter por completo. Os quatro planetas seguintes — Júpiter, Saturno, Urano e Netuno — não têm superfície sólida no sentido convencional: são esferas compostas majoritariamente por gases e fluidos comprimidos, sem uma “terra firme” onde uma sonda pudesse pousar.
Mas mesmo esses quatro planetas não formam um grupo homogêneo. Júpiter e Saturno são chamados de gigantes gasosos, com composição dominada por hidrogênio e hélio — os mesmos elementos mais abundantes do Sol, o que reflete sua formação nas regiões mais externas e frias do disco protoplanetário, onde havia gás suficiente para serem capturados em grande quantidade. Urano e Netuno, por outro lado, são classificados como gigantes de gelo: embora também tenham atmosferas externas ricas em hidrogênio e hélio, seu interior é dominado por um manto denso de água, amônia e metano em estado fluido supercomprimido — substâncias que os cientistas planetários chamam, de forma um tanto contraintuitiva, de “gelos”, mesmo estando a temperaturas e pressões muito distantes do gelo comum encontrado na Terra.

A chuva de diamantes que talvez exista em Urano e Netuno
Um dos efeitos mais intrigantes dessa composição interna é uma hipótese que pesquisadores vêm testando em laboratório com resultados cada vez mais consistentes: a de que, nas profundezas de Urano e Netuno, chove diamante.
A ideia parte da composição química do metano (CH₄), presente em abundância nas camadas intermediárias e profundas desses planetas. A cerca de 8 mil quilômetros de profundidade, a pressão interna chega a ser da ordem de milhões de vezes a pressão atmosférica ao nível do mar na Terra — o suficiente, segundo modelos físicos, para quebrar as moléculas de metano e separar o carbono do hidrogênio. Em condições assim, o carbono livre tende a se reorganizar na estrutura cristalina característica do diamante.
Cientistas do SLAC National Accelerator Laboratory e do Lawrence Livermore National Laboratory, nos Estados Unidos, conseguiram reproduzir parte desse processo em laboratório, replicando temperaturas e pressões equivalentes às do interior desses planetas e observando a formação de nanocristais com a estrutura reticular típica do diamante — uma confirmação direta, ainda que em escala minúscula, da etapa química central da hipótese. Nos laboratórios, os cristais formados têm apenas alguns nanômetros. Mas, no interior real de Netuno e Urano, onde as mesmas condições persistem ao longo de bilhões de anos, modelos computacionais sugerem que esses grãos poderiam se acumular e crescer continuamente enquanto afundam em direção ao núcleo — chegando, segundo algumas estimativas, a agregados muito maiores do que qualquer coisa reproduzida em laboratório. Ao afundar, esses cristais liberariam energia gravitacional na forma de calor, o que ajudaria a explicar por que o interior desses planetas parece mais quente do que se esperaria apenas pela luz solar que recebem, já tão distantes do Sol.
Vale um adendo importante: até o momento, nenhuma missão espacial visitou Urano ou Netuno de perto o suficiente, ou por tempo suficiente, para observar diretamente esse fenômeno. A única visita próxima da história foi a passagem rápida da sonda Voyager 2 por Netuno, em 1989 — o que faz da chuva de diamantes uma hipótese cientificamente bem fundamentada, mas ainda não confirmada por observação direta. Missões futuras dedicadas a esses dois gigantes de gelo, ainda em fase de estudo e proposta dentro da comunidade científica internacional, poderiam eventualmente trazer instrumentos capazes de sondar essas camadas profundas com mais precisão.
Urano, o planeta que gira deitado
Outra anomalia notável entre os gigantes de gelo é a inclinação do eixo de Urano: cerca de 98 graus em relação ao plano de sua órbita ao redor do Sol — o que, na prática, significa que o planeta gira praticamente “deitado”, rolando ao longo de sua trajetória orbital, em vez de girar de pé como a maioria dos outros planetas. Esse ângulo extremo faz com que cada polo de Urano passe por cerca de 21 anos terrestres seguidos de luz solar contínua, seguidos por um período equivalente de escuridão total — um ciclo de estações radicalmente diferente de tudo o que se observa na Terra. A explicação mais aceita para essa inclinação incomum é a de que, ainda durante o período de formação do Sistema Solar, Urano teria sofrido a colisão de um objeto do tamanho aproximado da própria Terra, capaz de literalmente derrubar o planeta de lado — embora essa continue sendo uma hipótese reconstruída a partir de simulações, e não uma observação direta do próprio impacto.
A tempestade de Júpiter que está encolhendo há mais de um século
A Grande Mancha Vermelha, a gigantesca tempestade anticiclônica que marca o hemisfério sul de Júpiter, é observada continuamente desde pelo menos o fim do século 19 — com relatos ainda mais antigos, do astrônomo Giovanni Cassini, já em 1665, embora não haja certeza científica de que se tratasse exatamente da mesma tempestade observada hoje.
O que os registros mostram com clareza é que a mancha está encolhendo. No início do século 20, tinha cerca de 40 mil quilômetros de extensão — o suficiente para caberem três planetas Terra lado a lado em sua largura. Em 2014, o telescópio espacial Hubble mediu cerca de 16.500 quilômetros. As estimativas mais recentes apontam algo em torno de 12.500 quilômetros — ainda maior que o diâmetro da própria Terra, mas uma fração do tamanho que a tempestade já teve. À medida que encolhe horizontalmente, a mancha também está ficando proporcionalmente mais alta verticalmente, segundo dados coletados pela sonda Juno, da NASA, que orbita Júpiter desde 2016. Cientistas que estudam o fenômeno acreditam que interações com vórtices menores ao redor da mancha ajudam a alimentá-la e sustentá-la — e que, mesmo encolhendo, a tempestade deve continuar existindo por muitos séculos, a menos que algo cataclísmico mude as condições atmosféricas do planeta.
Existe um Planeta Nove? A busca está, literalmente, em andamento agora
Talvez a pergunta mais aberta sobre o Sistema Solar hoje não seja sobre nenhum dos oito planetas confirmados, mas sobre um nono que talvez ainda não tenha sido observado. Em 2016, os astrônomos Konstantin Batygin e Mike Brown, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) — o mesmo Mike Brown cuja pesquisa levou, direta ou indiretamente, à reclassificação de Plutão em 2006 —, propuseram que as órbitas anormalmente alongadas e inclinadas de um pequeno grupo de objetos transnetunianos distantes só fazem sentido se existir um planeta ainda não descoberto, com massa entre cinco e dez vezes a da Terra, orbitando o Sol a uma distância cerca de vinte vezes maior que a de Netuno — tão longe que uma única volta ao redor do Sol levaria algo próximo de 20 mil anos terrestres.
A hipótese continua sem confirmação direta quase uma década depois, mas a situação pode mudar em breve: o Observatório Vera C. Rubin, instalado no norte do Chile e equipado com a maior câmera digital já construída, iniciou operações científicas em junho de 2025 com a missão de mapear todo o céu do hemisfério sul repetidamente ao longo de dez anos, catalogando dezenas de milhares de novos objetos transnetunianos no processo. Segundo os próprios proponentes da hipótese, esse levantamento sistemático deve ser sensível o suficiente para localizar diretamente um objeto do tamanho e da distância previstos para o Planeta Nove — ou, alternativamente, fornecer dados estatísticos robustos o bastante para praticamente descartar sua existência. Nem todos os cientistas concordam com a interpretação original dos dados: pesquisas recentes propuseram explicações alternativas para o comportamento orbital observado, incluindo a passagem próxima de uma estrela massiva no passado distante do Sistema Solar, sem necessidade de um planeta oculto.

Dois mitos comuns
Mito 1: “Plutão deixou de ser planeta porque é pequeno demais.” O tamanho não é, tecnicamente, o critério decisivo — Mercúrio é menor que duas luas do Sistema Solar (Ganimedes e Titã) e continua sendo um planeta reconhecido. O que tirou Plutão da categoria foi não ter “limpado” sua órbita de outros objetos de tamanho comparável, o terceiro critério da definição da UAI de 2006.
Mito 2: “Todos os planetas giram no mesmo sentido, como a Terra.” Não. Vênus tem rotação retrógrada completa, girando no sentido oposto ao da maioria dos outros planetas. Urano, por sua vez, gira com o eixo tão inclinado que, na prática, rola de lado ao longo de sua órbita — tecnicamente também classificado como uma forma de rotação retrógrada, dado o ângulo extremo envolvido.
Mito 3: “Júpiter e Saturno são feitos só de gás, sem nada sólido por dentro.” É uma simplificação enganosa. Embora não tenham uma superfície sólida no sentido de uma crosta caminhável, modelos do interior desses planetas indicam que ambos possuem um núcleo denso, composto por rocha, gelo e metais, envolto por camadas espessas de hidrogênio metálico e, mais para fora, hidrogênio e hélio em estado gasoso. A palavra “gasoso” no nome da categoria se refere à composição predominante do planeta como um todo, não à ausência completa de material sólido em seu interior mais profundo.
Perguntas frequentes
Por que Vênus é tão quente se não é o planeta mais próximo do Sol? Porque sua atmosfera densa, composta majoritariamente por dióxido de carbono, retém o calor por um efeito estufa extremo, mantendo a superfície acima de 400°C de forma praticamente constante — mais quente até do que Mercúrio, que recebe mais luz solar direta, mas não tem atmosfera espessa capaz de reter esse calor.
Se o Planeta Nove for encontrado, ele muda o número oficial de planetas do Sistema Solar? Sim — se um objeto do tamanho e da órbita previstos for confirmado, e se cumprir os três critérios da definição da UAI de 2006 (incluindo dominar gravitacionalmente sua região orbital), ele passaria a ser contado como o nono planeta oficial do Sistema Solar, reabrindo, de forma bem mais concreta, uma discussão que hoje é majoritariamente teórica.
Por que Urano e Netuno são chamados de “gigantes de gelo” se têm atmosferas de gás como Júpiter e Saturno? Porque a classificação se refere à composição predominante do interior de cada planeta, não apenas da atmosfera externa. Enquanto o interior de Júpiter e Saturno é dominado por hidrogênio e hélio, o de Urano e Netuno é dominado por água, amônia e metano em estado fluido comprimido — substâncias que os cientistas planetários agrupam sob o termo “gelos”, independentemente do estado físico real em que se encontram sob pressão extrema.
Fontes consultadas
- International Astronomical Union — Resolução B5, definição de “planeta” (2006): https://www.iau.org/administration/resolutions/general_assemblies/
- Wikipédia — Redefinição do termo planeta em 2006: https://pt.wikipedia.org/wiki/Redefini%C3%A7%C3%A3o_do_termo_planeta_em_2006
- Wikipédia — Planeta anão: https://pt.wikipedia.org/wiki/Planeta_an%C3%A3o
- CNN Brasil — Dia mais longo do sistema solar: Vênus completa rotação em 243 dias terrestres: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/dia-mais-longo-do-sistema-solar-venus-completa-rotacao-em-243-dias-terrestres/
- Band — Esse é o planeta onde o dia dura mais que o ano: https://www.band.com.br/ciencia-e-tecnologia/venus-o-planeta-onde-o-dia-dura-mais-que-o-ano
- Correio Braziliense/Aqui — Conheça o fascinante fenômeno que faz chover diamantes em Netuno e Urano: https://www.correiobraziliense.com.br/aqui/2026/03/24/conheca-o-fascinante-fenomeno-que-faz-chover-diamantes-em-netuno-e-urano/
- Band — Chuva de diamantes em Netuno e Urano: fenômeno cósmico cria joias no espaço: https://www.band.com.br/noticias/chuva-de-diamantes-em-netuno-e-urano-fenomeno-cosmico-cria-joias-no-espaco-202510241530
- Wikipédia — Grande Mancha Vermelha: https://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Mancha_Vermelha
- Estado de Minas/Em Foco — A Grande Mancha Vermelha em Júpiter pode sumir? Entenda o que está acontecendo: https://www.em.com.br/emfoco/2025/05/28/a-grande-mancha-vermelha-em-jupiter-pode-sumir-entenda-o-que-esta-acontecendo/
- Olhar Digital — Planeta Nove: Telescópio Vera Rubin desvendará o mistério?: https://olhardigital.com.br/2026/04/27/ciencia-e-espaco/planeta-nove-novo-telescopio-pode-finalmente-desvendar-o-misterio-do-nono-planeta-do-sistema-solar/
- CNN Brasil — Há um planeta escondido no Sistema Solar? Astrônomos estão perto de descobrir: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/ha-um-planeta-escondido-no-sistema-solar-astronomos-estao-perto-de-descobrir/
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Wanderley Scarpignato é jornalista, publicitário e Palmeirense, criador de conteúdo especializado em cultura pop, curiosidade, games e história em geral.
Fundador do MinutoCurioso em 2025, tem foco em contar histórias e eventos reais, saciar a curiosidade dos leitores com informações rápidas e de fácil entendimento.



