O conclave mais longo da história durou quase 3 anos. Entenda como nasceu essa regra da Igreja Católica e a tecnologia que isola os cardeais no conclave de hoje.
Em 7 de maio de 2025, 133 cardeais entraram na Capela Sistina, no Vaticano, isolados do mundo por bloqueadores de sinal de celular, películas anti-drone nas janelas e uma varredura eletrônica para detectar microfones escondidos. Vinte e sete horas e quatro votações depois, uma fumaça branca — produzida por uma mistura precisa de clorato de potássio, lactose e resina de coníferas — anunciou ao mundo que o cardeal americano Robert Francis Prevost havia se tornado o Papa Leão XIV, o 267º líder da Igreja Católica.
Contraste isso com a eleição papal mais longa da história: entre 1268 e 1271, os cardeais reunidos na cidade italiana de Viterbo levaram 1.006 dias — quase três anos — para escolher um sucessor, em um impasse tão extremo que os próprios moradores da cidade, exasperados, removeram o telhado do palácio onde os religiosos estavam reunidos e reduziram sua alimentação a pão e água, na esperança de forçar uma decisão. Foi justamente esse episódio extremo que deu origem à palavra “conclave” — e a quase todas as regras que ainda hoje governam a eleição de um papa, num exemplo raro de uma crise institucional medieval que continua moldando, ainda que indiretamente, decisões tomadas no século 21.
O que acontece entre a morte do papa e o início do conclave
Antes mesmo de qualquer cardeal entrar na Capela Sistina, a Igreja Católica atravessa um período formal chamado Sé Vacante, que começa oficialmente com a morte (ou renúncia, como no caso raro de Bento XVI, em 2013) do papa reinante. Nesse intervalo, a administração cotidiana da Santa Sé passa às mãos do camerlengo, cardeal responsável por confirmar oficialmente o óbito do papa, lacrar seus aposentos privados e administrar os bens temporais da Igreja até a eleição de um sucessor — mas sem qualquer poder de tomar decisões doutrinárias ou de governo de longo prazo, que ficam suspensas até o novo papa assumir.
Um dos ritos mais simbólicos desse período é a destruição do Anel do Pescador, selo oficial usado pelo papa para autenticar documentos, tradicionalmente danificado ou destruído logo após a confirmação da morte do pontífice, justamente para impedir que o selo seja usado indevidamente durante o período de vacância. No caso do Papa Francisco, morto em 21 de abril de 2025, a Igreja entrou em Sé Vacante imediatamente, com o Colégio Cardinalício assumindo a condução dos assuntos ordinários enquanto se organizavam os ritos fúnebres e, em seguida, as chamadas congregações gerais — reuniões preparatórias em que todos os cardeais, incluindo os maiores de 80 anos que não têm direito a voto no conclave, debatem o estado da Igreja e o perfil desejável para o próximo papa, antes que os eleitores sejam formalmente isolados para a votação.

A eleição que nunca terminava
A crise começou com a morte do papa Clemente IV, em 29 de novembro de 1268. Os cardeais reunidos em Viterbo, cidade a cerca de 85 km ao norte de Roma que servia então como sede papal alternativa, se dividiram profundamente entre facções políticas rivais — de um lado, apoiadores do papado ligado à França; de outro, defensores de interesses ligados ao Sacro Império Romano-Germânico. Sem um procedimento formal de votação estabelecido, o impasse simplesmente se arrastou, mês após mês, sem previsão de fim.
À medida que o tempo passava, a frustração popular cresceu. Os magistrados de Viterbo reduziram progressivamente a alimentação servida aos cardeais — primeiro suprimindo banquetes, depois limitando a dieta a pão, água e vinho — e, segundo o relato mais difundido sobre o episódio, chegaram a remover parte do telhado do Palácio Papal de Viterbo, expondo os religiosos ao tempo, na tentativa de acelerar uma decisão. Três dos vinte cardeais eleitores morreram ao longo do processo antes que um consenso fosse alcançado. A solução final veio por meio de uma “eleição por compromisso”: em vez de continuar votando diretamente, os cardeais restantes delegaram a decisão a um comitê de apenas seis membros, que escolheu Tedaldo Visconti — um arcediago que, curiosamente, nem sequer era cardeal, e que se encontrava a milhares de quilômetros dali, em missão na Terra Santa, durante a Nona Cruzada. Ele assumiu o papado com o nome de Gregório X, em 1º de setembro de 1271.
As regras que sobreviveram 750 anos
Gregório X, tendo vivido pessoalmente a paralisia institucional causada por sua própria e demorada eleição, decidiu que aquilo jamais poderia se repetir. Durante o Segundo Concílio de Lyon, em 1274, promulgou a constituição apostólica Ubi periculum, que criou formalmente a instituição do conclave — nome derivado do latim cum clave, “com chave”, numa referência direta ao isolamento físico e trancado a que os cardeais deveriam se submeter a partir de então.
As regras eram deliberadamente severas, moldadas nos próprios métodos usados contra os cardeais em Viterbo: os eleitores deveriam ficar completamente isolados do mundo exterior, sem comunicação com ninguém de fora, até que uma decisão fosse tomada. Se o processo ultrapassasse três dias sem resultado, os cardeais passariam a receber apenas uma refeição por dia; ultrapassados oito dias, a dieta seria reduzida a pão, água e vinho — um eco direto e deliberado do castigo aplicado em Viterbo. Embora tenha havido interrupções e flexibilizações ao longo dos séculos seguintes, o princípio central de Ubi periculum — isolamento forçado dos cardeais até que um novo papa seja escolhido — permanece, com adaptações, a base do sistema usado até os dias de hoje, quase 750 anos depois de sua criação.
Outra herança direta dessa reforma é o requisito de maioria qualificada: hoje, um candidato só é eleito papa quando obtém pelo menos dois terços dos votos dos cardeais eleitores presentes. Se as duas votações da manhã ou as duas da tarde não produzirem esse resultado, o conclave simplesmente continua, sessão após sessão, sem limite de dias estabelecido — ainda que, na prática, os conclaves modernos tenham se tornado dramaticamente mais rápidos do que o padrão medieval: o de 2005 durou dois dias e quatro votações; o de 2013, também dois dias, com cinco votações; e o de 2025, apenas um dia inteiro de votação, com quatro escrutínios.
As reformas do século 20 que também moldam o conclave de hoje
Embora a estrutura básica do conclave remonte a 1274, boa parte das regras específicas que regem o processo hoje é bem mais recente. Foi o Papa Paulo VI, em 1970, quem estabeleceu que cardeais que já tivessem completado 80 anos no momento da morte do papa perderiam o direito de participar da votação — uma mudança que buscava garantir que os eleitores estivessem, ao menos em tese, mais alinhados com desafios contemporâneos da Igreja, e não apenas com memórias de pontificados passados. Essa é a razão pela qual, em 2025, apenas 133 dos mais de 250 cardeais existentes puderam efetivamente votar: os demais, por terem ultrapassado o limite de idade, participaram apenas das congregações gerais preparatórias, sem voto na Capela Sistina.
Outra camada importante de regras vem da constituição apostólica Universi Dominici Gregis, promulgada pelo Papa João Paulo II em 1996, que reorganizou em detalhe praticamente todos os aspectos logísticos do conclave moderno — da hospedagem dos cardeais na Casa Santa Marta, construída justamente para acomodar os eleitores em quartos individuais com ar-condicionado durante a votação (substituindo condições bem mais espartanas de conclaves anteriores, com banheiros compartilhados e áreas de dormir separadas apenas por cortinas), até as penalidades específicas por quebra de sigilo. É essa mesma constituição, revisada por Bento XVI em 2007 para restabelecer com clareza a exigência de maioria de dois terços em qualquer cenário, que segue sendo a referência jurídica central do processo até o conclave de 2025.

A tecnologia moderna do sigilo
Se os cardeais de Viterbo foram isolados à força pela remoção literal de um teto, os cardeais de 2025 foram isolados por uma camada de tecnologia digital que teria sido incompreensível havia poucas décadas. Antes do início do conclave, o Vaticano cobriu todas as janelas das áreas usadas pelos cardeais no Palácio Apostólico e instalou bloqueadores de frequência (jammers) capazes de inutilizar qualquer tentativa de conexão sem fio — celulares, relógios inteligentes, notebooks ou qualquer aparelho com Bluetooth, Wi-Fi ou rede móvel simplesmente param de funcionar dentro do perímetro protegido.
As janelas da Capela Sistina também receberam películas de proteção contra drones e contra dispositivos ópticos de longo alcance, incluindo tecnologia anti-laser, capazes de captar remotamente vibrações sonoras em superfícies de vidro — um método real de espionagem que a película protetora neutraliza. Especialistas em segurança também realizaram varreduras minuciosas na capela e em seus acessos, à procura de microfones ou outros dispositivos de escuta escondidos, antes e durante a preparação do conclave. Some-se a isso a própria arquitetura reforçada de segurança física da Cidade do Vaticano, que inclui, segundo fontes ligadas à instituição, sistemas de defesa contra drones não tripulados — uma preocupação de segurança que sequer existia como categoria de ameaça até poucos anos atrás.
A química por trás da fumaça
Poucos rituais da Igreja Católica são tão reconhecíveis mundialmente quanto a fumaça que sai da chaminé da Capela Sistina ao fim de cada votação — preta quando não há consenso, branca quando um novo papa foi eleito. Durante séculos, essa cor era resultado de um método simples e nem sempre confiável: queimar as cédulas de votação com palha molhada para produzir fumaça escura, ou com palha seca para produzir fumaça mais clara. O problema é que esse método rudimentar frequentemente produzia uma coloração cinzenta ambígua, difícil de interpretar com certeza pela multidão reunida na Praça de São Pedro.
Desde o conclave de 2005, o Vaticano passou a usar um sistema eletrônico com cartuchos pirotécnicos, operado pelos próprios cardeais com o simples toque de um botão, que combina princípios de química e física para produzir cores inequívocas. A fumaça preta é gerada por uma mistura de perclorato de potássio, antraceno e enxofre; a fumaça branca, por uma combinação de clorato de potássio, lactose e resina de coníferas. Hoje, dois fogões distintos operam simultaneamente dentro da capela durante o conclave: um, de ferro fundido tradicional, queima de fato as cédulas de papel usadas na votação; o outro, mais moderno, tem função puramente simbólica — produzir, de forma controlada, a fumaça colorida que o mundo inteiro aguarda ver saindo da chaminé.
O conclave de 2025: o mais diverso da história da Igreja
O conclave que elegeu o Papa Leão XIV teve início após a morte do Papa Francisco, em 21 de abril de 2025, aos 88 anos — um dia depois de ele ter celebrado a tradicional bênção de Páscoa Urbi et Orbi na Praça de São Pedro. Reunindo 133 cardeais eleitores vindos de 70 países diferentes, foi descrito pela imprensa internacional como o conclave com a maior diversidade geográfica dos 2 mil anos de história da Igreja Católica — um reflexo direto da política de nomeações do próprio Francisco, que, ao longo de seu pontificado, elevou ao cardinalato religiosos de regiões historicamente sub-representadas no colégio cardinalício, como partes da Ásia, da África e da Oceania.
Segundo relatos posteriores de vaticanistas que reconstituíram os bastidores da eleição, o primeiro escrutínio, em 7 de maio, apontou três nomes com votação inicial mais expressiva — o cardeal húngaro Péter Erdő, o italiano Pietro Parolin (secretário de Estado do Vaticano e considerado favorito antes do início do conclave) e o próprio Robert Prevost —, nenhum deles, porém, alcançando de imediato os votos necessários. A partir da segunda votação, Prevost passou a liderar e manteve a dianteira até a eleição final, na quarta rodada, no dia 8 de maio, superando a marca de 100 votos entre os 133 possíveis.
Prevost, nascido em Chicago, nos Estados Unidos, mas também cidadão peruano em razão de décadas de trabalho missionário e pastoral no Peru, tornou-se assim o primeiro papa norte-americano da história e o primeiro membro da Ordem de Santo Agostinho a ocupar o cargo. A escolha do nome Leão XIV foi descrita pela própria Sala de Imprensa da Santa Sé como uma referência direta à encíclica Rerum Novarum, do Papa Leão XIII, documento fundamental da doutrina social da Igreja Católica, publicado em 1891 em resposta às tensões sociais da Revolução Industrial.
O caso de Prevost também ilustra bem os limites das previsões que costumam circular antes de qualquer conclave. Vaticanistas e apostadores internacionais costumam elaborar listas de “papabili” — termo italiano usado havia séculos para designar cardeais considerados candidatos plausíveis ao papado —, mas a história recente mostra repetidamente que essas listas erram feio: em 2013, Jorge Bergoglio (o futuro Papa Francisco) também não era o nome mais citado nas véspera da eleição, e o próprio Prevost, em 2025, era visto por boa parte da imprensa internacional como uma aposta secundária diante de nomes como Parolin e Erdő. Esse padrão recorrente reforça algo que os próprios cardeais frequentemente repetem em entrevistas após conclaves: quem entra na Capela Sistina como favorito raramente sai de lá como papa — uma máxima informal conhecida entre observadores do Vaticano.

Dois mitos comuns
Mito 1: “O sistema de eleição do papa por conclave existe desde os tempos dos apóstolos.” Não é o caso. O conclave como instituição formal só foi criado em 1274, pela constituição Ubi periculum de Gregório X — mais de 1.200 anos depois do início do cristianismo. Antes disso, a eleição de bispos de Roma seguia processos variados e frequentemente longos, sem regras fixas de isolamento, prazo ou maioria qualificada, o que tornou episódios como o impasse de Viterbo possíveis — e, em última instância, foi justamente esse tipo de crise que motivou a criação das regras que existem até hoje.
Mito 2: “Só um cardeal pode ser eleito papa.” Tecnicamente, isso não é uma exigência do direito canônico: qualquer homem católico batizado, em princípio, poderia ser eleito papa. O próprio Tedaldo Visconti, eleito ao fim do conclave de Viterbo, não era cardeal no momento de sua escolha. Na prática, porém, todos os papas eleitos desde o século XV têm sido escolhidos dentro do próprio Colégio de Cardeais, tornando essa possibilidade teórica hoje puramente hipotética.
Mito 3: “Existe um prazo máximo legal para a duração de um conclave.” Não existe. As regras atuais estabelecem penalidades progressivas (redução da dieta, por exemplo, em versões históricas das normas) para incentivar uma decisão mais rápida, mas nenhuma norma vigente impõe um limite de dias após o qual o processo seria automaticamente interrompido ou decidido de outra forma. Em teoria, um conclave moderno poderia, sim, se arrastar por semanas ou meses, embora a prática recente — com eleições resolvidas em um ou dois dias — sugira que esse cenário se tornou extremamente improvável nas condições políticas e comunicacionais da Igreja contemporânea.
Perguntas frequentes
Quanto tempo, em média, duram os conclaves modernos? Muito menos do que a média histórica sugeriria: os últimos conclaves — 2005, 2013 e 2025 — duraram, todos, apenas um ou dois dias, com quatro ou cinco votações no total. A imprensa internacional considera esse ritmo mais um reflexo de consenso relativamente rápido entre os cardeais contemporâneos do que uma exigência formal das regras, que continuam permitindo, em teoria, um processo bem mais longo, ainda que na prática isso não aconteça há séculos.
O que acontece se um cardeal tentar comunicar informações do conclave para fora? A quebra do sigilo do conclave é tratada como falta grave pelo direito canônico, sujeita a penas que podem incluir a excomunhão automática, segundo as normas que regem o processo. É por isso que medidas como bloqueadores de sinal, varreduras eletrônicas e o isolamento físico dos cardeais são tratadas pelo Vaticano como parte essencial — e não apenas simbólica — da integridade do processo eleitoral, num rigor que remonta, ainda que com ferramentas completamente diferentes, ao mesmo espírito de isolamento total imposto pela primeira vez em Viterbo, há quase 750 anos.
Por que a fumaça às vezes parecia cinza, em vez de claramente preta ou branca, em conclaves mais antigos? Porque, antes de 2005, a cor da fumaça dependia da queima direta de materiais como piche (para escurecer) ou palha úmida ou seca, um método impreciso que frequentemente produzia tons intermediários, gerando confusão entre os fiéis reunidos na Praça de São Pedro. O sistema químico atual, com misturas padronizadas, foi adotado justamente para eliminar essa ambiguidade.
Um papa pode renunciar em vez de morrer no cargo, dando início a um conclave? Sim, embora seja historicamente raro. O caso mais recente e mais lembrado é o de Bento XVI, que renunciou em fevereiro de 2013, citando falta de forças físicas e mentais para continuar exercendo o cargo — a primeira renúncia papal em quase 600 anos, desde Gregório XII, em 1415. A renúncia dá início ao mesmo período de Sé Vacante e ao mesmo processo de conclave que se seguiria à morte de um papa, com a diferença de que o papa renunciante, nesses casos, permanece vivo, geralmente assumindo o título de “papa emérito”.
Fontes consultadas
- Exame — Conclave mais longo da história durou quase três anos; entenda: https://exame.com/mundo/conclave-mais-longo-da-historia-durou-quase-tres-anos-entenda/
- CNN Brasil — Conclave mais longo para definir um papa durou quase três anos: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/conclave-mais-longo-para-definir-um-papa-durou-quase-3-anos/
- Wikipédia — Eleição papal de 1268–1271: https://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%A3o_papal_de_1268%E2%80%931271
- Via Crucis — Neste dia, em 1268, tinha início o Conclave de Viterbo, o mais longo da história da Igreja: https://viacrucis.pt/neste-dia-em-1268-tinha-inicio-o-conclave-de-viterbo-o-mais-longo-da-historia-da-igreja/
- National Geographic Brasil — Qual foi o conclave mais longo e tenso da história?: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2025/04/qual-foi-o-conclave-mais-longo-e-tenso-da-historia-os-detalhes-da-eleicao-que-teve-ate-mortes-envolvidas
- Metrópoles — Lactose e naftalina: como é feita a fumaça branca e preta do conclave: https://www.metropoles.com/mundo/lactose-e-naftalina-como-e-feita-a-fumaca-branca-e-preta-do-conclave
- Terra — Saiba quais produtos químicos definem a cor da fumaça para anunciar o novo papa no conclave: https://www.terra.com.br/noticias/mundo/europa/saiba-quais-produtos-quimicos-definem-a-cor-da-fumaca-para-anunciar-o-novo-papa-no-conclave
- Hardware.com.br — Bazucas antidrone e bloqueadores de sinal: tecnologias usadas na eleição do Papa Leão XIV: https://www.hardware.com.br/artigos/bazucas-antidrone-e-bloqueadores-de-sinal-conheca-as-tecnologias-que-ajudaram-a-escolher-o-papa-leao-xiv/
- Wikipédia — Conclave de 2025: https://pt.wikipedia.org/wiki/Conclave_de_2025
- Wikipédia — Papa Leão XIV: https://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Le%C3%A3o_XIV
- Revista Oeste — Livro reconstitui bastidores do conclave que elegeu o papa Leão XIV: https://revistaoeste.com/curiosidades/livro-reconstitui-bastidores-do-conclave-que-elegeu-o-papa-leao-xiv/
- Euronews — Cardeais do Vaticano iniciam o ritual secular de escolha do novo Papa: https://pt.euronews.com/tag/papa?p=2
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Wanderley Scarpignato é jornalista, publicitário e Palmeirense, criador de conteúdo especializado em cultura pop, curiosidade, games e história em geral.
Fundador do MinutoCurioso em 2025, tem foco em contar histórias e eventos reais, saciar a curiosidade dos leitores com informações rápidas e de fácil entendimento.



