O Curupira já aparecia em cartas de jesuítas em 1560. Entenda a origem real das lendas do folclore brasileiro — Saci, Iara, Boitatá — e por que mudaram tanto ao longo dos séculos
Em 30 de maio de 1560, o padre jesuíta José de Anchieta escreveu, em uma carta enviada de São Vicente, no litoral de São Paulo, sobre “certos demônios” que os índios chamavam de Curupira, que apareciam no mato, açoitavam e matavam pessoas. Na mesma correspondência, Anchieta descreveu outra entidade, um “facho cintilante” que corria pelas praias e beira-rios, capaz de matar tão rapidamente quanto os próprios curupiras: era o baê tatâ, antepassado direto do que hoje conhecemos como Boitatá.
Ou seja: duas das figuras mais associadas ao “folclore brasileiro” já estavam registradas por escrito 260 anos antes da própria palavra “folclore” existir na língua inglesa, e quase três séculos antes de o Brasil sistematizar qualquer estudo formal sobre o tema. Esse é o tipo de detalhe que se perde quando o folclore brasileiro é tratado como um pacote fechado e atemporal de personagens — quando, na verdade, cada uma dessas lendas carrega uma história de transformação tão rica, e tão marcada por disputas de interpretação entre pesquisadores, quanto a própria história do país que as produziu.
Além dos quatro grandes nomes: Cuca e Negrinho do Pastoreio
O folclore brasileiro não se resume às quatro entidades mais citadas em listas escolares. A Cuca, por exemplo — a bruxa-jacaré usada até hoje por mães e avós brasileiras para convencer crianças a dormir —, tem raiz portuguesa mais evidente do que indígena ou africana: deriva da “coca” ibérica, figura de assombração infantil presente em Portugal e na Espanha desde a Idade Média, adaptada no Brasil com traços de réptil, provavelmente em referência aos jacarés da fauna local. Monteiro Lobato também deu à Cuca um papel central no universo do Sítio do Picapau Amarelo, ao lado do Saci, reforçando, mais uma vez, o peso que a literatura infantil do século XX teve na fixação nacional dessas figuras regionais.
Já o Negrinho do Pastoreio, lenda mais associada ao Rio Grande do Sul, ilustra outro tipo de formação: não vem de uma matriz única e antiga como Curupira ou Boitatá, mas de uma narrativa de injustiça social transformada em devoção popular. A história mais difundida conta a de um menino negro escravizado, responsável por cuidar dos cavalos de seu senhor, que é castigado com crueldade e morre no campo após perder um dos animais sob sua guarda. Depois de morto, reaparece miraculosamente para ajudar quem o invoca a encontrar objetos perdidos — um santo popular não oficializado pela Igreja Católica, mas amplamente cultuado, sobretudo entre trabalhadores rurais gaúchos, como símbolo de resistência e justiça póstuma diante da violência da escravidão. Diferente das lendas de origem tupi, que remontam ao período colonial mais antigo, o Negrinho do Pastoreio é considerado por pesquisadores uma tradição consolidada já no século XIX, refletindo diretamente as tensões sociais de uma sociedade ainda escravocrata — o que torna a lenda, ao mesmo tempo, uma peça de fantasia popular e um registro indireto de memória histórica sobre um período real e documentado do país.

A palavra “folclore” nem é brasileira
Vale abrir com um esclarecimento que raramente aparece em textos sobre o tema: a própria palavra “folclore” não nasceu no Brasil, nem em português. Ela foi cunhada em 22 de agosto de 1846 pelo pesquisador britânico William John Thoms, em uma carta publicada na revista The Athenaeum, unindo os termos ingleses folk (povo) e lore (saber) para descrever os costumes e tradições de um povo. É em homenagem a essa data que o Brasil, pelo Decreto nº 56.747, de 17 de agosto de 1965, instituiu o dia 22 de agosto como o Dia Nacional do Folclore.
O estudo sistemático do folclore brasileiro como campo de pesquisa organizado é mais recente do que a maioria das próprias lendas que ele documenta. A Comissão Nacional de Folclore foi criada apenas em 1947, e o 1º Congresso Brasileiro de Folclore aconteceu em 1951, reunindo pesquisadores de diferentes estados para debater metodologias de coleta e catalogação de tradições orais que, até então, corriam risco real de desaparecer sem qualquer registro escrito. O marco mais importante da área, porém, é a obra do escritor e folclorista potiguar Luís da Câmara Cascudo, cujo Dicionário do Folclore Brasileiro, publicado originalmente em 1954, reuniu e sistematizou pela primeira vez, em formato de referência, centenas de lendas, crenças e tradições espalhadas por um país de dimensões continentais — muitas delas, até então, registradas apenas em cartas de cronistas coloniais, relatos de viajantes ou na memória oral de comunidades isoladas.
Cascudo não trabalhava isolado: fez parte de uma geração de intelectuais brasileiros do início e meados do século 20 — que incluiu também nomes como Mário de Andrade, entusiasta e pesquisador de música e dança popular — preocupada em documentar formalmente uma cultura predominantemente oral antes que ela se perdesse com a urbanização acelerada e a chegada de meios de comunicação de massa, como o rádio e, depois, a televisão, que tendiam a homogeneizar o repertório cultural do país em torno de conteúdo produzido nos grandes centros urbanos.

Curupira: um nome, três traduções diferentes
O Curupira é considerado, pela maioria dos pesquisadores, a entidade mais antiga documentada do folclore brasileiro, graças justamente ao relato de Anchieta de 1560. Mas mesmo o significado do próprio nome “Curupira” é um ponto de divergência acadêmica interessante, que raramente aparece fora de textos especializados.
O folclorista ítalo-brasileiro Ermanno Stradelli defendia que o nome vem da junção de “curu” — contração de “corumim”, menino — com “pira”, corpo, resultando em “corpo de menino”. Já o linguista Eduardo Navarro, especialista em tupi antigo, propõe uma leitura bem diferente: para ele, o nome viria da contração entre “kuruba” (sarna ou verruga) e “pira” (pele), significando “pele de sarna” ou “pele de verrugas” — uma referência à aparência descrita em relatos antigos, de um ser de pele áspera e machucada. Não existe consenso definitivo entre essas interpretações, o que é, em si, revelador: mostra que mesmo um dos símbolos mais consolidados da cultura popular brasileira carrega incertezas que a pesquisa linguística ainda não resolveu por completo, quase quinhentos anos depois do primeiro registro escrito sobre ele.
O que os relatos antigos deixam claro é a função original da entidade: um protetor punitivo da mata, descrito por Anchieta como algo a ser temido, não como o duende travesso e falante de pés para trás que aparece hoje em livros infantis. Essa suavização do personagem — de ameaça mortal a guardião ranzinza da floresta — é um padrão que se repete em praticamente todas as grandes lendas do folclore brasileiro, à medida que foram reelaboradas ao longo dos séculos para consumo infantil e escolar.
Vale destacar ainda que o Curupira não é uma exclusividade brasileira: a mesma tradição aparece, com variações de nome e detalhe, entre povos de língua tupi-guarani da Venezuela, da Guiana, do Peru e do Paraguai, sugerindo que a lenda tenha circulado entre populações falantes de línguas caribe e guarani muito antes da chegada dos europeus, e não tenha se originado isoladamente em território hoje brasileiro. Dentro do próprio país, a figura também varia conforme a região: cabelos ruivos e estatura de anão na versão mais difundida, mas descrito, em alguns relatos regionais, como careca e coberto de pelos, com dentes azuis ou esverdeados — uma variação de detalhes que reforça como as lendas de tradição oral raramente têm uma “versão oficial” única, mesmo décadas depois de tentativas de sistematização como a de Cascudo.
Boitatá: uma explicação científica por trás do mito
O nome Boitatá tem uma etimologia mais consensual, ainda que também discutida. A leitura mais aceita hoje é a junção das palavras tupis “mboi” (cobra) e “tatá” (fogo) — “cobra de fogo”. Anchieta, na mesma carta de 1560, já descrevia esse “facho cintilante” que corria à beira dos rios e matava rapidamente quem se aproximasse, sem que os próprios indígenas soubessem explicar exatamente o que era.
O que torna esse caso particularmente interessante é que pesquisadores posteriores propuseram uma explicação científica plausível para a origem do fenômeno observado: luzes espontâneas avistadas à noite em campos e beira de rios, hoje associadas ao chamado fogo-fátuo, fenômeno causado pela liberação e combustão espontânea de gases como o fosfeto de hidrogênio, produzidos pela decomposição de matéria orgânica — incluindo ossos e carcaças de animais em decomposição no solo úmido. Ou seja: é plausível que a lenda do Boitatá tenha nascido de uma tentativa legítima de explicar um fenômeno químico real, observável e assustador, muito antes de existir vocabulário científico para descrevê-lo — um padrão comum na origem de mitos de fogo espectral em diversas culturas ao redor do mundo, não uma peculiaridade isolada do Brasil, o que reforça que o impulso humano de transformar o desconhecido em narrativa é praticamente universal, independentemente do continente ou da época.
Boa parte do folclore brasileiro não vive só em histórias contadas: ele ganha corpo em festas populares realizadas até hoje. O bumba-meu-boi, tradicional principalmente no Maranhão, reencena anualmente a morte e ressurreição mágica de um boi, misturando dança, música e teatro popular, com clara ligação às lendas do Boitatá e à relação histórica entre trabalhadores rurais e o gado.
As cavalhadas, encontradas em diversas regiões do país, reencenam batalhas entre mouros e cristãos, trazendo resquícios diretos da tradição ibérica medieval. Já as festas juninas, tão presentes no calendário escolar brasileiro, reúnem elementos de origem católica europeia com adaptações regionais que incluem comidas típicas, quadrilhas e fogueiras — um exemplo de folclore vivido coletivamente, não apenas contado.

Iara: a sereia que começou como monstro masculino
Poucas transformações no folclore brasileiro são tão bem documentadas quanto a da Iara — e poucas contrariam tanto a imagem popular do personagem. Segundo a pesquisa do próprio Câmara Cascudo, não existem registros de uma sereia indígena feminina como a conhecemos hoje antes do século XVIII. O que existe, em registros anteriores — incluindo relatos do cronista português Pero de Magalhães Gândavo, de 1576, e do próprio Anchieta — é o Ipupiara: um monstro aquático masculino, coberto de pelos, descrito como um “demônio d’água” que matava suas vítimas com um abraço mortal, comparado a uma sucuri. Não havia, nesses primeiros relatos, qualquer elemento de sedução, beleza ou canto — apenas medo e violência.
A transição do Ipupiara masculino e monstruoso para a Iara feminina e sedutora aconteceu ao longo do século XVIII, quando a figura indígena se fundiu com o imaginário europeu das sereias gregas — trazido pelos próprios colonizadores e, mais tarde, reforçado por escritores do romantismo brasileiro do século XIX, como José de Alencar, Gonçalves Dias e Olavo Bilac, que retomaram a personagem em poemas e romances, consolidando a versão sedutora que se tornou dominante. O nome “Iara” (ou Uiara), de origem indígena e ligado à ideia de “senhora das águas”, acabou sendo aplicado a uma figura cuja estética e comportamento — beleza, canto encantador, sedução fatal de homens — devem mais à mitologia mediterrânea do que à cosmologia tupi-guarani original.
Essa mudança de gênero e de temperamento não foi puramente estética. Pesquisadores que analisam a lenda sob uma perspectiva simbólica notam um paralelo estrutural com mitos de sereias e ninfas de várias culturas ao redor do mundo: a figura feminina que atrai homens para a morte nas águas costuma funcionar, em termos narrativos, como advertência simbólica contra o desejo descontrolado — um tema recorrente também no mito grego de Ulisses e as sereias, no qual o herói só sobrevive ao canto sedutor amarrando-se ao mastro do próprio navio e tapando os ouvidos da tripulação com cera. A semelhança estrutural entre as duas histórias não é coincidência: é justamente um dos indícios mais citados por folcloristas de que a versão feminina e sedutora da Iara tem raiz relativamente recente e fortemente europeia, sobreposta a um substrato indígena que, na origem, contava uma história bem diferente — a de um monstro, não a de uma sedutora.
Já na região amazônica, existe a lenda do Boto cor-de-rosa, que se transformaria em um homem elegante nas festas noturnas para seduzir mulheres, desaparecendo antes do amanhecer.

Saci-Pererê: uma lenda com três raízes distintas, e um autor que a fixou
Se há um personagem do folclore brasileiro que resume, sozinho, a formação cultural do país, é o Saci-Pererê — e não por acaso. A entidade tem uma base indígena antiga, o Yaci-Yaterê ou Saci-cererê tupi-guarani, inicialmente descrita como um protetor da natureza. Ao longo do período da escravidão, segundo hipótese levantada por pesquisas apoiadas em Câmara Cascudo, mulheres escravizadas — contadoras de histórias habilidosas dentro das casas onde trabalhavam — teriam incorporado ao personagem indígena traços associados a entidades e experiências da cultura africana: a perna única, em algumas versões associada a uma luta de capoeira, e o cachimbo, aceso na boca, um objeto de uso comum entre africanos escravizados no Brasil colonial. Da cultura europeia, mais especificamente do folclore de duendes e trasgos do norte de Portugal, vieram o gorro vermelho — a “carapuça” — de onde, segundo a lenda popularizada, emanam os poderes mágicos do personagem.
O papel de consolidar essa figura mestiça em uma versão única e amplamente reconhecida coube, em boa parte, a um autor específico: Monteiro Lobato, que recolheu e publicou versões da lenda entre 1917 e 1918, e lançou, em 1921, o livro infantil O Saci, ambientado no universo do Sítio do Picapau Amarelo. Foi essa versão — perna única, gorro vermelho, cachimbo, travessuras nos redemoinhos de vento — que se espalhou nacionalmente através da literatura infantil e, mais tarde, de adaptações televisivas, ofuscando as muitas variações regionais que ainda hoje coexistem, como o Saci associado a aves noturnas no Norte do país, ou a versões nas quais ele é descrito como menino de duas pernas, mais próximo do Yaci-Yaterê original.
Essa popularização também trouxe debates mais recentes sobre a própria representação do personagem. Pesquisadores que analisam a construção racial das lendas brasileiras apontam que a associação entre o Saci — um “gênio” travesso, de cheiro característico, capturável e subjugável por quem rouba seu gorro — e uma criança negra carrega ecos problemáticos de estereótipos ligados à escravidão, ainda que o personagem seja tratado, na cultura popular contemporânea, de forma majoritariamente afetuosa e nostálgica. Em resposta parcial a esse tipo de discussão, e como forma de valorizar a data de maneira mais festiva, o Brasil instituiu, em 2005, o dia 31 de outubro como o Dia Nacional do Saci — criado deliberadamente como alternativa brasileira ao Halloween, celebrando a cultura popular nacional no mesmo período do calendário em que a data norte-americana ganhava força comercial no país.

Dois mitos comuns
Mito 1: “O folclore brasileiro é essencialmente indígena, com alguns toques posteriores.” Os casos da Iara e do Saci-Pererê mostram o contrário: são lendas formadas por fusões profundas e simultâneas de matrizes indígena, africana e europeia, sem que nenhuma delas seja simplesmente “a base original com decoração posterior”. Em vários casos, como o da Iara, o elemento hoje considerado mais central e reconhecível — a sereia sedutora — é justamente o que chegou por último, via influência europeia, muito depois de a figura indígena original já circular havia gerações entre os povos do litoral e da Amazônia.
Mito 2: “Essas lendas sempre tiveram a forma que conhecemos hoje.” Os primeiros registros escritos de Curupira e Boitatá, do século XVI, descrevem entidades bem mais sombrias e ameaçadoras do que as versões suavizadas e didáticas difundidas hoje em escolas e livros infantis. A imagem “família” desses personagens é, em boa parte, um produto de reelaborações do século XX — sobretudo por meio da literatura infantil, como no caso decisivo de Monteiro Lobato com o Saci —, não uma transmissão inalterada desde a colonização.
Mito 3: “Existe uma versão ‘correta’ e definitiva de cada lenda do folclore brasileiro.” Mesmo depois de décadas de sistematização acadêmica, iniciada por Câmara Cascudo, essas histórias continuam variando de forma legítima entre regiões, sem que exista uma autoridade central capaz de determinar qual versão é a “verdadeira”. O próprio nome do Saci muda de região para região — Saci-cererê, Matimpererê, Martim-pererê, entre outras variações catalogadas por dicionários e pesquisadores —, e o mesmo vale para boa parte das outras figuras tratadas neste texto. A diversidade regional não é um desvio da lenda “oficial”: é, na prática, a própria natureza do folclore como tradição oral.

Perguntas frequentes
Existe algum registro escrito mais antigo do que o de Anchieta para essas lendas? Não que se tenha preservado. As cartas de José de Anchieta, escritas a partir de 1560, estão entre os documentos mais antigos da colonização portuguesa no Brasil que mencionam entidades sobrenaturais associadas à cultura indígena local, o que as torna referências fundamentais para historiadores e folcloristas — ainda que, evidentemente, essas tradições orais já existissem entre os povos indígenas muito antes de qualquer europeu as registrar por escrito, transmitidas oralmente entre gerações por um tempo que nenhum documento consegue precisar.
Por que tantas lendas do folclore brasileiro têm origem semelhante em três culturas diferentes? Porque essas lendas se formaram, em grande parte, durante os séculos de convivência forçada e desigual entre povos indígenas, africanos escravizados e colonizadores europeus, no mesmo território e no mesmo período histórico. A oralidade — forma predominante de transmissão dessas histórias antes do século XX — favorece justamente esse tipo de fusão progressiva, incorporando elementos de quem conta a história a cada nova geração.
O Dicionário do Folclore Brasileiro, de Câmara Cascudo, ainda é usado como referência hoje? Sim. Apesar de ter sido publicado originalmente em 1954, o dicionário continua sendo uma das fontes mais citadas por pesquisadores, escritores e educadores que tratam do tema, justamente por reunir, em uma única obra, um levantamento sistemático que não existia antes dele no país.
O Negrinho do Pastoreio é reconhecido oficialmente pela Igreja Católica como santo? Não. Trata-se de uma devoção popular, transmitida sobretudo pela tradição oral e por registros literários regionais do Rio Grande do Sul, sem canonização oficial pela Igreja. Ainda assim, é comum encontrar imagens, promessas e relatos de agradecimento associados à figura em comunidades rurais gaúchas, num padrão de religiosidade popular que também aparece em outras devoções não oficializadas espalhadas pelo Brasil.
Fontes consultadas
- Companhia das Letras — Qual a origem do traquinas Saci Pererê?: https://www.companhiadasletras.com.br/BlogPost/4754/qual-a-origem-do-traquinas-saci-perere
- Dentro da História — Lenda do Saci-Pererê: história completa, origem e curiosidades: https://www.dentrodahistoria.com.br/blog/educacao/alfabetizacao-e-leitura/lenda-saci-perere/
- Wikipédia (EN) — Saci (folklore): https://en.wikipedia.org/wiki/Saci_(folklore)
- Instituto de Longevidade — Especialistas revelam as verdadeiras histórias sobre o folclore: https://institutodelongevidade.org/longevidade-e-comportamento/lendas-mitos-do-folclore-brasileiro
- Wikipédia (EN) — Curupira: https://en.wikipedia.org/wiki/Curupira
- Umbanda Candomblé e Espiritismo — Curupira: https://umbandacandombleeespiritismo.blogspot.com/2020/02/curupira.html
- Fantasia Wiki/Fandom — Boitatá: https://fantasia.fandom.com/pt/wiki/Boitat%C3%A1
- HiperCultura — Boitatá: conheça diferentes versões dessa lenda: https://www.hipercultura.com/boitata/
- Revista Amarello — A lenda da Iara: entre o feminino, o mítico e o colonial: https://amarello.com.br/2025/09/cultura/a-lenda-da-iara-entre-o-feminino-o-mitico-e-o-colonial/
- Cultura Genial — Lenda da Iara: completa e analisada: https://www.culturagenial.com/lenda-da-iara-analisada/
- Wikipédia — Uiara: https://pt.wikipedia.org/wiki/Uiara
- Muralzinho de Ideias — 22 de agosto – Dia do Folclore: https://muralzinhodeideias.com.br/22-de-agosto-dia-do-folclore/
- Calendarr — Dia do Folclore: 22 de agosto: https://www.calendarr.com/brasil/dia-do-folclore/
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Wanderley Scarpignato é jornalista, publicitário e Palmeirense, criador de conteúdo especializado em cultura pop, curiosidade, games e história em geral.
Fundador do MinutoCurioso em 2025, tem foco em contar histórias e eventos reais, saciar a curiosidade dos leitores com informações rápidas e de fácil entendimento.



