Umbanda e candomblé não são a mesma religião. Entenda as origens, as diferenças de culto e por que são as mais atingidas pela intolerância religiosa no Brasil.
Segundo o Censo 2010 do IBGE, umbanda e candomblé somadas representam apenas 0,3% da população brasileira — algo em torno de 588 mil pessoas em um país de quase 191 milhões de habitantes na época. E, ainda assim, são as religiões mais visadas pela intolerância religiosa no país. Um levantamento do Disque 100, canal de denúncias do governo federal, mostrou que umbanda e candomblé lideravam isoladamente o ranking de denúncias de intolerância religiosa, à frente inclusive de católicos e evangélicos.
Esse contraste — tamanho minúsculo, exposição máxima, quase sempre desproporcional ao número real de fiéis — é o ponto de partida para entender duas religiões que, apesar de frequentemente tratadas como sinônimos no imaginário popular brasileiro, têm origens, estruturas de culto e cosmologias bastante diferentes entre si.
Duas religiões, não uma
É comum ouvir a expressão “umbanda e candomblé” como se fosse uma coisa só, um bloco único de “religião afro-brasileira”. Mas historiadores e antropólogos que estudam o tema são claros: são tradições distintas, com processos de formação, épocas e geografias diferentes.
O candomblé nasceu no século 19, na Bahia, a partir das religiões que povos africanos escravizados trouxeram consigo — sobretudo das tradições iorubás, fon e bantas da África Ocidental e Centro-Ocidental. Já a umbanda é uma religião essencialmente brasileira, urbana e do século 20, formada no Rio de Janeiro a partir do encontro entre elementos afro-brasileiros, espiritismo kardecista (de origem francesa) e catolicismo popular.
Essa diferença de origem explica quase tudo o que vem a seguir: por que uma cultua entidades como caboclos e pretos-velhos e a outra cultua exclusivamente orixás; por que uma tem processo de iniciação que pode durar anos e a outra permite entrada relativamente rápida; por que uma usa termos e cânticos em línguas africanas e a outra celebra majoritariamente em português.
As raízes africanas do candomblé
O terreiro mais antigo do país, e um dos marcos mais citados na história do candomblé, é a Casa Branca do Engenho Velho — também chamada de Ilê Axé Iyá Nassô Oká —, fundada em Salvador por volta de 1830 por sacerdotisas de origem nagô-iorubá que haviam sido escravizadas e, posteriormente, alforriadas. Em 1986, o terreiro foi tombado como Patrimônio Histórico Nacional pelo IPHAN, o primeiro espaço de religião afro-brasileira a receber esse reconhecimento oficial.
Do candomblé Ketu, praticado na Casa Branca, derivaram outros terreiros centrais da história religiosa baiana, como o Ilê Axé Opô Afonjá e o Terreiro do Gantois — ambos fundados por sacerdotisas que saíram da própria Casa Branca, em um processo de expansão que os pesquisadores descrevem como uma verdadeira genealogia religiosa, passada de mãe para filha de santo.
Um ponto pouco explorado em resumos superficiais sobre o tema é que “candomblé” não é uma tradição única, mas um conjunto de nações, cada uma com raiz étnica, língua litúrgica e panteão próprios:
- Ketu (ou Nagô): de origem iorubá, é a nação mais numerosa e influente no Brasil. Suas divindades são chamadas de orixás, e boa parte do vocabulário ritual do candomblé em geral — mesmo em outras nações — acabou sendo incorporado a partir do iorubá.
- Jeje: vem dos povos fon (do antigo reino do Daomé, hoje território do Benim). Aqui as divindades não são chamadas de orixás, mas de voduns — nomes como Sakpatá, Sogbô e Dan pertencem a esse panteão específico.
- Angola: de raiz banto, ligada aos povos das regiões dos atuais Angola, Congo e parte de Moçambique. Nessa nação, as divindades costumam ser chamadas de inquices.
Ou seja: falar de “orixás” como se fosse um termo universal para todas as divindades cultuadas no candomblé é, tecnicamente, impreciso — depende de qual nação está sendo referida.
O nascimento brasileiro da umbanda
A história mais difundida sobre a origem da umbanda tem data e protagonista definidos: 15 de novembro de 1908, quando um jovem médium de 17 anos chamado Zélio Fernandino de Moraes, durante uma sessão em uma federação espírita de Niterói (RJ), teria incorporado um espírito que se identificou como “Caboclo das Sete Encruzilhadas”. No ano seguinte, Zélio fundou a Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade, considerada por muitos praticantes o primeiro templo umbandista do país.
Essa é a versão oficial mais contada dentro do próprio movimento umbandista — mas vale registrar que a pesquisa acadêmica sobre o tema é mais cautelosa. A antropóloga Diana Brown, que estudou a formação da umbanda, chegou a afirmar que não é possível comprovar com certeza que Zélio de Moraes tenha sido “o” fundador da religião, ainda que reconheça que seu centro esteja entre os primeiros a se identificarem conscientemente como praticantes de umbanda no Brasil. Já o sociólogo Renato Ortiz defende uma origem multicêntrica: haveria indícios de movimentos paralelos e semelhantes surgindo em outras cidades, como Porto Alegre, já na década de 1920. Essa nuance importa porque mostra que a umbanda, mais do que fundada por uma única pessoa em um único dia, emergiu de um contexto social mais amplo: o Brasil urbano do início do século 20, onde o espiritismo kardecista ganhava força entre a classe média branca ao mesmo tempo em que práticas religiosas afro-brasileiras e indígenas circulavam informalmente pelas periferias.
O resultado foi uma religião sincrética por definição, que reúne, em uma mesma cosmologia: entidades associadas a povos indígenas brasileiros (os caboclos), espíritos de antigos escravizados representados como sábios anciãos (os pretos-velhos), espíritos infantis (as crianças ou erês), a noção espírita de evolução espiritual através de sucessivas reencarnações, e imagens de santos católicos associadas aos orixás.
O que muda na prática: entidades, transe e iniciação
Talvez a diferença mais perceptível entre as duas religiões, para quem observa de fora, esteja no tipo de entidade cultuada e na forma como os médiuns entram em transe.
Na umbanda, os médiuns “incorporam” um leque variado de entidades espirituais — caboclos, pretos-velhos, crianças, exus e pombagiras (estes últimos ligados à proteção e à resolução de questões práticas do cotidiano) — que se apresentam com personalidade, forma de falar e conselhos próprios, muitas vezes voltados ao atendimento direto do público que frequenta o terreiro em busca de orientação. A cosmologia umbandista incorpora a ideia espírita de reencarnação: essas entidades seriam espíritos evoluídos, retornando para prestar caridade.
No candomblé, o fenômeno central é diferente: a pessoa entra em transe com o próprio orixá (ou vodum, ou inquice, dependendo da nação) ao qual está ligada desde o nascimento — não com um espírito de um antigo morador da terra. Não há, na cosmologia tradicional do candomblé, a ideia de reencarnação em sucessivas vidas humanas nos mesmos termos do espiritismo kardecista incorporado pela umbanda. O foco está na relação entre a pessoa e sua divindade regente, cultivada ao longo da vida por meio de obrigações, oferendas e da manutenção do axé — a força vital que sustenta o equilíbrio entre o mundo espiritual e o material.
A iniciação também segue caminhos muito distintos. Na umbanda, é comum que a entrada e a atuação como médium aconteçam de forma relativamente mais rápida e acessível, sem um processo de reclusão prolongado. Já no candomblé tradicional, tornar-se iniciado — “fazer o santo”, na expressão usada pelos próprios praticantes — costuma envolver um período de reclusão no terreiro que pode se estender por semanas, seguido por obrigações rituais que se repetem ao longo de anos, em ciclos de um, três, sete e até mais anos, até que a pessoa alcance posições mais avançadas na hierarquia religiosa da casa.
Outra diferença está na língua: enquanto os cultos umbandistas são majoritariamente conduzidos em português, com pontos cantados que também usam essa língua, os terreiros de candomblé preservam cânticos, saudações e nomes rituais nas línguas de origem africana de cada nação — iorubá no Ketu, fon no Jeje, quicongo e quimbundo no Angola —, ainda que boa parte dos praticantes de hoje não fale essas línguas fluentemente fora do contexto ritual.
Quem são os orixás
Para quem não tem familiaridade com o tema, vale explicar quem são essas divindades tão centrais ao candomblé — e também presentes, de forma reelaborada, na cosmologia da umbanda. Cada orixá está associado a um elemento da natureza e a um conjunto de características e domínios simbólicos, e a pessoa iniciada é identificada com um orixá considerado seu regente, responsável por sua proteção espiritual ao longo da vida. Entre os mais cultuados no Brasil estão:
- Oxalá, associado à criação e à paz, ligado à cor branca;
- Iemanjá, orixá das águas salgadas e dos mares, cultuada com grande visibilidade pública em celebrações de Réveillon em praias de todo o país;
- Xangô, ligado ao trovão, ao fogo e à justiça;
- Ogum, associado ao ferro, à guerra e à abertura de caminhos;
- Oxóssi, ligado às matas e à caça;
- Iansã (ou Oyá), associada aos ventos e às tempestades.
A relação entre a pessoa e seu orixá não se resume a uma crença abstrata: ela se manifesta em obrigações concretas — oferendas com alimentos, cores e elementos específicos de cada divindade, cânticos e danças próprios de cada entidade nos toques públicos, e o cuidado contínuo com o axé, termo iorubá que designa a força vital que circula entre pessoas, divindades e objetos sagrados, e que precisa ser constantemente renovada por meio do ritual para manter o equilíbrio entre o terreiro e o mundo espiritual.

De onde para onde: a geografia das duas religiões
A distribuição geográfica de cada religião no Brasil também carrega a marca de sua origem. O candomblé nasceu e se consolidou primeiro na Bahia, especialmente em Salvador, onde a alta concentração de população de origem africana no período pós-abolição permitiu que terreiros como a Casa Branca preservassem, com relativa continuidade, tradições, hierarquias e línguas litúrgicas trazidas diretamente da África. Ao longo do século 20, o candomblé se espalhou para outros estados por meio de migrações internas — sobretudo para o Rio de Janeiro e São Paulo —, mas a Bahia permanece, até hoje, a referência simbólica e ritual mais citada por praticantes de todo o país, inclusive por terreiros de outras regiões que mantêm vínculo direto com casas-mãe baianas.
A umbanda seguiu um caminho praticamente oposto: nasceu no Rio de Janeiro, em um contexto urbano de classe média que já frequentava centros espíritas kardecistas, e se espalhou rapidamente para outras capitais e para o interior do país ao longo do século 20 — muitas vezes justamente por não exigir o mesmo processo de iniciação longo e hierarquizado do candomblé, o que facilitou a abertura de novos terreiros e a adesão de novos praticantes em cidades onde não havia comunidades de terreiro previamente estabelecidas. Hoje, a umbanda é encontrada em praticamente todos os estados brasileiros, com variações regionais de rito que incorporam, dependendo da localidade, elementos de tradições indígenas locais ou de outras vertentes afro-brasileiras com as quais entrou em contato.
Sincretismo: resistência, não fusão
É comum explicar o sincretismo religioso afro-brasileiro como se fosse simplesmente “a mesma coisa com nomes diferentes” — Iemanjá seria Nossa Senhora, Xangô seria São Jerônimo ou Santa Bárbara, e assim por diante. Mas pesquisadores que estudam a história dessas religiões apontam que essa leitura simplifica demais um fenômeno que nasceu, historicamente, como estratégia de sobrevivência sob perseguição, e não como uma fusão espontânea de crenças.
Durante o período em que praticar religiões de matriz africana era criminalizado ou fortemente reprimido no Brasil, associar um orixá à imagem pública de um santo católico permitia manter o culto funcionando sob um disfarce aceitável aos olhos da lei e da sociedade — por trás da imagem exposta na parede, continuava-se a cultuar a divindade africana original. As duas tradições, porém, continuam distintas em sua origem, sua cosmologia e no papel que cada figura ocupa dentro de cada sistema religioso.
A perseguição histórica: quando a lei tratava a religião como crime
Esse ponto raramente aparece em textos superficiais sobre o tema, mas é essencial para entender por que umbanda e candomblé carregam, até hoje, uma história de resistência: durante boa parte do século 20, praticar essas religiões era, na prática, ilegal.
O Código Penal de 1890, editado logo após a Proclamação da República, tipificava como crime o chamado “curandeirismo” e o “espiritismo” — artigos 156 a 158 — usados sistematicamente para justificar batidas policiais em terreiros, sob a alegação de combate ao charlatanismo e à “falsa medicina”. A revisão do Código Penal em 1940 manteve a mesma lógica repressiva, agora nos artigos 282 a 284, e a perseguição se intensificou justamente durante o Estado Novo (1937–1945), no governo de Getúlio Vargas, quando chefes de polícia chegaram a exigir autorização prévia e cadastro para o funcionamento de terreiros.
Pesquisas sobre o período mostram também um outro mecanismo de repressão, menos conhecido: a psiquiatria da época, influenciada por teorias racistas e eugenistas então em voga, chegou a classificar manifestações de transe religioso como sintoma de doença mental, servindo de justificativa “científica” para internações forçadas de praticantes de candomblé. Jornais da Primeira República e das décadas seguintes noticiavam com frequência — e tom de aprovação — as batidas policiais aos terreiros, publicando fotos de fiéis presos e de objetos rituais apreendidos como se fossem provas de um crime. Levantamentos de hemeroteca reúnem manchetes do período que ilustram esse clima, como uma nota de 1919 que descrevia a descoberta policial de um terreiro como “um ‘cangerê’ infernal: a polícia surpreende um antro de magia negra”, ou uma matéria de 1926 que tratava a repressão aos terreiros como “uma campanha necessária”.
Foi somente com a Constituição Federal de 1988, que estabeleceu o Brasil como Estado laico e garantiu a liberdade de culto como direito fundamental, que esse quadro jurídico de criminalização explícita deixou de existir.
A intolerância que continua
A criminalização formal acabou, mas a violência não. O símbolo mais citado dessa continuidade é a história de Gildásia dos Santos e Santos, a Mãe Gilda de Ogum, ialorixá que fundou o terreiro Ilê Axé Abassá de Ogum, em Itapuã, Salvador, em 1988. Em 2000, após ter sua imagem associada a uma reportagem de um jornal ligado à Igreja Universal do Reino de Deus que a acusava de charlatanismo, e depois de ter seu terreiro invadido e depredado, Mãe Gilda sofreu um infarto fulminante e morreu no dia 21 de janeiro daquele ano. Em 2005, a Justiça da Bahia condenou a igreja envolvida a pagar indenização por danos morais à família dela.
Em memória a Mãe Gilda, a Lei federal nº 11.635, sancionada em 2007, instituiu o dia 21 de janeiro como o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. Ainda assim, os ataques continuam sendo registrados com frequência: em fevereiro de 2020, um grupo invadiu um terreiro de umbanda em Ribeirão Preto (SP) durante uma reunião de pais e mães de santo, atacando os presentes com uma bomba caseira, pedras e socos. Levantamentos do canal Disque 100, do governo federal, seguem indicando que praticantes de umbanda e candomblé estão entre os grupos religiosos mais visados por denúncias de intolerância no país — um dado que contrasta diretamente com o tamanho proporcional dessas religiões na população brasileira.
Dois mitos comuns
Mito 1: “Umbanda e candomblé são a mesma religião, só com nomes diferentes.” Como este texto procurou mostrar, são tradições com origens, séculos de formação, entidades cultuadas e estruturas rituais distintas — a confusão entre as duas é comum no senso comum, mas não resiste à comparação histórica.
Mito 2: “O sincretismo significa que os orixás e os santos católicos são, na prática, a mesma figura.” A associação entre orixás e santos foi, historicamente, uma tática de dissimulação em contexto de perseguição — não uma equivalência religiosa reconhecida como tal dentro da própria cosmologia africana ou afro-brasileira.
Perguntas frequentes
Umbanda e candomblé podem ser chamados de “macumba”? O termo é considerado pejorativo por boa parte dos praticantes quando usado de forma genérica ou depreciativa, associado historicamente a discursos de perseguição. O nome correto de cada religião — umbanda ou candomblé — é o mais adequado para se referir a elas.
Por que o candomblé tem “nações” diferentes? Porque a religião não nasceu de um único povo africano, mas da confluência de diferentes tradições religiosas trazidas por grupos étnicos distintos — sobretudo iorubás, fons e bantos — que preservaram, cada um, sua própria língua litúrgica e seu próprio panteão de divindades dentro do candomblé praticado no Brasil.
A umbanda tem influência espírita? Sim, e de forma estrutural: a ideia de reencarnação, a noção de evolução espiritual e a própria organização de sessões mediúnicas na umbanda vêm diretamente do espiritismo kardecista, que já era popular no Rio de Janeiro do início do século 20, quando a religião se formou.
É possível ser praticante de candomblé ou umbanda e também católico? Historicamente, muitos praticantes de religiões afro-brasileiras também frequentaram igrejas católicas — em parte por convicção pessoal, em parte porque, durante o período de perseguição, manter vínculo público com o catolicismo funcionava como proteção adicional contra a repressão. Hoje, cada terreiro e cada pessoa define essa relação de forma própria, e não existe uma regra única válida para todos os praticantes.
Fontes consultadas
- Wikipédia (EN) — Zélio Fernandino de Moraes: https://en.wikipedia.org/wiki/Z%C3%A9lio_Fernandino_de_Moraes
- Emerson Giumbelli — Zélio de Moraes e as origens da umbanda no Rio de Janeiro (PDF acadêmico): https://www.centroafrobogota.com/attachments/article/33/Zelio%20de%20Moraes%20e%20as%20origens%20da%20umbanda%20no%20Ri%CC%81o%20de%20Janeiro,%20Emerson%20Giumbelli.pdf
- Occult Encyclopedia — Candomblé: https://occult.live/index.php?mobileaction=toggle_view_desktop&title=Candombl%C3%A9
- Historiando Axé — A formação do Candomblé: a história do mosaico religioso multicultural africano na Bahia do século XIX (PDF acadêmico): https://historiandoaxe.com.br/wp-content/uploads/2024/03/A-formacao-do-Candomble-A-historia-do-mosaico-religioso-multicultural-africano-na-Bahia-do-Seculo-XIX.pdf
- Revista Brasileira de História da Ciência — A psiquiatria e a perseguição policial ao candomblé: https://rbhciencia.emnuvens.com.br/revista/article/download/1055/773
- Congresso em Foco — O racismo religioso e o estado brasileiro: as operações policiais nos terreiros de candomblé da Bahia: https://www.congressoemfoco.com.br/coluna/21083/o-racismo-religioso-e-o-estado-brasileiro-as-operacoes-policiais-nos-terreiros-de-candomble-da-bahia-e-as-reacoes-do-povo-de-terreiro
- Câmara dos Deputados — Presidência da CDHM (…) reportam à ONU violência contra religiões de matriz africana: https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/cdhm/noticias/presidencia-da-cdhm-frentes-parlamentares-e-entidades-da-sociedade-civil-reportam-a-onu-violencia-contra-religioes-de-matriz-africana
- SINPRO-DF — Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa e o racismo na fé: https://www.sinprodf.org.br/21jan/
- UFJF Notícias — Perseguição e intolerância continuam a ameaçar a liberdade religiosa: https://www2.ufjf.br/noticias/2022/01/20/combate-a-intolerancia-religiosa-e-lembrado-em-21-de-janeiro/
#Umbanda #Candomblé #ReligiõesAfroBrasileiras #Orixás #HistóriaDoBrasil #IntolerânciaReligiosa

Wanderley Scarpignato é jornalista, publicitário e Palmeirense, criador de conteúdo especializado em cultura pop, curiosidade, games e história em geral.
Fundador do MinutoCurioso em 2025, tem foco em contar histórias e eventos reais, saciar a curiosidade dos leitores com informações rápidas e de fácil entendimento.



